Não gosto de quando a saudade aperta tanto que transborda pelos olhos. Dessa vez, nem me dei conta que era tanto assim. De repente as lágrimas apareceram e foram difíceis de controlar. Me perguntei: saudade de que? De quem? Dos meus amores mais profundos, dos meus sonhos vividos, da minha rotina passada, dos abraços eternos, da falta de preocupação, dos excessos de sorrisos, da confiança, da certeza, da vida que um dia tive.
É estranho parar assim, refletir dessa maneira. Em sete meses cresci tanto e às vezes me sinto como uma garotinha. E por ter crescido, ter deixado coisas para trás, a saudade cresce também... a saudade até do que não vivi.
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